{"id":1276,"date":"2026-10-29T18:17:26","date_gmt":"2026-10-29T18:17:26","guid":{"rendered":"https:\/\/workmove.eu\/quidjurisusersusers\/produto\/a-arte-da-guerra-2\/"},"modified":"2026-10-29T18:17:26","modified_gmt":"2026-10-29T18:17:26","slug":"a-arte-da-guerra-2","status":"publish","type":"product","link":"https:\/\/workmove.eu\/quidjurisusers\/produto\/a-arte-da-guerra-2\/","title":{"rendered":"A Arte da Guerra"},"content":{"rendered":"<p>As guerras travadas na Pen&iacute;nsula It&aacute;lica em finais do s&eacute;c. XV e princ&iacute;pios do s&eacute;c. XVI constituem a base de ensinamentos a partir dos quais Maquiavel desenvolve o seu &quot;entendimento sobre a arte da guerra&quot;, apelando para o levantamento de uma mil&iacute;cia nacional n&atilde;o permanente. Naquele momento alto do Renascimento, tudo converge para o reconhecimento de que um mundo perfeito havia existido na Antiguidade. Para o autor, o reviver desse tempo n&atilde;o se deve ficar pelas belas artes, prolongando-se no ordenamento social, na pol&iacute;tica e na forma de fazer a guerra. Em A Arte da Guerra, o grande pensador florentino lega-nos um dos mais importantes tratados militares da hist&oacute;ria. <\/p>\n<p>&Iacute;NDICE <br \/>\nESTUDO INTRODUT&Oacute;RIO: Notas biogr&aacute;ficas; Cen&aacute;rio hist&oacute;rico-militar em que a obra foi escrita; F&oacute;rmula escolhida pelo autor para apresentar o seu pensamento; An&aacute;lise do conte&uacute;do; Nota final \/ PRO&Eacute;MIO: Dicotomia civil-militar. Justifica&ccedil;&atilde;o da obra. Dedicat&oacute;ria. \/ LIVRO PRIMEIRO: Evoca&ccedil;&atilde;o e louvor de Cosimo Rucellai. Concep&ccedil;&atilde;o da narrativa. Introdu&ccedil;&atilde;o do di&aacute;logo. Elogio da Rep&uacute;blica Romana. A guerra como profiss&atilde;o. Inconvenientes do ex&eacute;rcito permanente. Finalidade da guerra. Formas de recrutamento e organiza&ccedil;&atilde;o de um ex&eacute;rcito. O ex&eacute;rcito de cidad&atilde;os. Selec&ccedil;&atilde;o de soldados. \/ LIVRO SEGUNDO: Armas e coura&ccedil;as. Elogio da coura&ccedil;a. Superioridade da infantaria em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; cavalaria. Prepara&ccedil;&atilde;o das tropas para o combate. Disciplina individual e colectiva. Unidade t&aacute;ctica fundamental e suas subdivis&otilde;es. Tipos de combatentes. Forma&ccedil;&otilde;es para marcha e para combate. Mudan&ccedil;as de forma&ccedil;&atilde;o. Import&acirc;ncia dos sinais ac&uacute;sticos de comando. Raz&otilde;es da decad&ecirc;ncia militar da &eacute;poca em que a obra foi escrita. Miss&otilde;es e organiza&ccedil;&atilde;o da cavalaria. \/ LIVRO TERCEIRO: Organiza&ccedil;&atilde;o de um ex&eacute;rcito para o combate. O sistema de escal&otilde;es e o combate em profundidade. A falange grega e a legi&atilde;o romana. Os batalh&otilde;es su&iacute;&ccedil;os. Composi&ccedil;&atilde;o e articula&ccedil;&atilde;o do ex&eacute;rcito para travar batalha. Frentes, profundidades e intervalos do dispositivo. Cadeia de comando. Desenrolar da batalha. Limita&ccedil;&otilde;es da artilharia. Exerc&iacute;cios com todo o ex&eacute;rcito. \/ LIVRO QUARTO: Continua&ccedil;&atilde;o da batalha. Influ&ecirc;ncia do terreno e do inimigo. A manobra. O potencial relativo de combate e a economia de for&ccedil;as. Import&acirc;ncia da ast&uacute;cia do chefe militar na supera&ccedil;&atilde;o de dificuldades. Fintas, ardis e artimanhas. Conserva&ccedil;&atilde;o do moral das tropas. Ac&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s a batalha, na vit&oacute;ria e na derrota. Ac&ccedil;&otilde;es do comandante antes da batalha. Homens de confian&ccedil;a do comandante (estado-maior). Conhecer o inimigo e caracter&iacute;sticas do seu comandante. Controlo do &acirc;nimo dos soldados. A ac&ccedil;&atilde;o de comando e o dom da palavra. \/ LIVRO QUINTO: Marchas e opera&ccedil;&otilde;es em territ&oacute;rio inimigo. Forma&ccedil;&atilde;o em quadrado. Provis&atilde;o de v&iacute;veres em campanha. Presas e tributos de guerra. Prisioneiros. Os imprevistos de uma campanha. Emboscadas. Medidas contra os ardis do inimigo. Import&acirc;ncia do sigilo nas decis&otilde;es do comandante. Prepara&ccedil;&atilde;o de itiner&aacute;rios. Travessia de rios. Evas&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es de cerco. \/ LIVRO SEXTO: Acampamentos e alojamento das tropas. Posi&ccedil;&atilde;o do Comando e dos diferentes corpos e elementos de apoio. Alojamentos e arruamentos interiores. Suas dimens&otilde;es. Fortifica&ccedil;&atilde;o do acampamento. Seguran&ccedil;a do acampamento. Verifica&ccedil;&atilde;o de presen&ccedil;as, aus&ecirc;ncias e estranhos. Disciplina nos acampamentos. Castigos e pr&eacute;mios. Desmontagem do acampamento. Medidas sanit&aacute;rias e contra a fome. Exerc&iacute;cio f&iacute;sico. Efectivo m&aacute;ximo e m&iacute;nimo de um ex&eacute;rcito de campanha. Formas de enganar, surpreender e enfraquecer o inimigo. O prest&iacute;gio do capit&atilde;o. Dom&iacute;nio de povos vencidos. Inconvenientes de fazer a guerra no Inverno. \/ LIVRO S&Eacute;TIMO: Constru&ccedil;&atilde;o de muralhas de cidades e de fortalezas. Defesa de uma posi&ccedil;&atilde;o fortificada. Medidas de defesa passiva. Defesa dos acessos. Reserva de muni&ccedil;&otilde;es de vida e de combate. A escassez de v&iacute;veres em situa&ccedil;&otilde;es de cerco. Cerco e tomada de posi&ccedil;&otilde;es fortificadas. Formas insidiosas de obter a vit&oacute;ria. Seguran&ccedil;a e disciplina das guardas. Comunica&ccedil;&atilde;o com o exterior e para o interior da cidade cercada. Rem&eacute;dio para os danos que a artilharia provoca nas muralhas. T&uacute;neis e minas. Regras gerais da guerra. Qualidades de um capit&atilde;o. Justifica&ccedil;&otilde;es finais. \/ DIAGRAMAS \/ REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS (ESTUDO INTRODUT&Oacute;RIO). <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As guerras travadas na Pen&iacute;nsula It&aacute;lica em finais do s&eacute;c. XV e princ&iacute;pios do s&eacute;c. XVI constituem a base de ensinamentos a partir dos quais Maquiavel desenvolve o seu &quot;entendimento sobre a arte da guerra&quot;, apelando para o levantamento de uma mil&iacute;cia nacional n&atilde;o permanente. 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