Arquitectura, Música e Acústica no Portugal Contemporâneo

€ 19,80

REF: 978-972-9483-98-1 Categoria:

Descrição

Este livro aborda as influências recíprocas entre a arquitectura e a música desde a Antiguidade aos nossos dias.

No século I a. C., Vitrúvio faz referência à música no seu Tratado de Arquitectura. No Renascimento, a analogia entre as proporções da catedral de Florença e as do moteto Nuper rosarum flores de Dufay gera o encontro mais paradigmático do musical e do visual naquele período. A Reforma Protestante acarreta também modificações no interior das igrejas. Como consequência, a acústica das mesmas altera-se e permite o desenvolvimento de novas formas musicais. No século XIX, a música é a arte rainha pelas suas qualidades não-imitativas e, para Goethe, “a arquitectura é música congelada”. Raul Lino, considerado um dos arquitectos portugueses mais musicais, irá citá-lo. Em meados do século XX, Le Corbusier inclui o som como uma das qualidades imateriais do espaço e Stockhausen admite a dimensão espacial como um dos parâmetros musicais. No início do século XXI, a Casa da Música no Porto cumpre com sucesso a sua função.

Informação adicional

Peso 0,52 kg
Edição

1.ª Edição (2010)

Formato

22×15

Páginas

308